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quinta-feira, 31 de maio de 2007

Dia 16 - Bruges, Bélgica e Amsterdam, Holanda - 15/05/2007

Fui conhecer a chamada Veneza do norte no período da manhã.

Bruges é uma cidade mediavel com alguns canais cortando a cidade. As construções são todas a base de tijolos, o que dá um ar bem interessante para a cidade.


Embora você se sinta no passado andando numa cidade como essa, o presente se faz claro em diversos momentos, afinal de contas nao é em todo lugar que voce encontra Ferraris na rua e ônibus que se curvam para facilitar sua entrada neles.

O passeio vale para um descanso.


Na hora do almoço peguei o trem para Amsterdam, talvez a cidade mais famosa entre os mochileiros, provocando sempre reações quando você diz que vai visitar a cidade. Amsdertam é uma cidade que tem forte a imagem de sexo e drogas, mas que me impressionou pela beleza dos canais e da arquitetura.

Meu primeiro passeio foi para a casa de Anne Frank, onde ela escreveu seu diário no período que estava escondida dos nazistas. Foi um passeio marcante, pois foi até entao meu contato mais próximo com essa realidade que está tao distante de nós brasileiros.

Há coffee shops por toda a cidade, porém o principal item do cardápio desses locais nao é bem a variedade de cafés, mas sim de maconha e, principalmente, haxixe. O consumo em baixas quantidades é permitido no país, e se vê nas ruas mais gente fumando seu baseado do que os cigarros tradicionais. Chega a ser cômico ver pessoas preparando seu fumo ao lado de policiais na rua.

A noite fui visitar o Red Light District, onde as moças de familia ficam seminuas atrás de vitrines tentando atrair os clientes. Na rua se ve um batalhao de turistas, incluindo senhoras curiosas com o movimento. Aqui tenho que dizer que me assustei com o que vi, pois foi a maior exposição de barangas seminuas que ja vi, e ainda cobram em Euro!!!

Dia 15 - Bruxelas, Bélgica - 14/05/2007

A grande atração no caminho de Luxemburgo para Bruxelas foi um chinês que estava no trem. Um grupo de estudantes de Strasburg cismou com ele e comecou a conversar com o coitado do chinês que apenas queria fotografar a paisagem. Ao descobrir que a bebida que mais agradava ao chinês era chá, fizeram questao de dar a ele uma garrafa de cerveja. O pior é que cismaram que eu era alemão e não brasileiro. Tudo bem, realmente é difécil convencer que eu, loiro, 1,90 de altura, não sou alemão. Até eu me confundo às vezes.

Os idiomas oficiais da Bélgica são o francês e holandês. Por essa razão, as identificações nas ruas e estações são feitas normalmente nos dois idiomas.

Posso dizer com certeza que comi na Bélgica o melhor chocolate de minha vida. Realmente os chocolates belgas são uma atracao em Bruxelas, onde não há muitas atrações turísticas.

Fui conhecer o Mannekeen Piss, o famoso menino mijão. Eu já tinha lido em diversos lugares que a pequenina estátua era uma decepção, então já esperava pelo pior, mas até que o boneco é bem simpático, principalmente pelo atrevimento dele em frente às câmeras de diversos turistas.


O que os turistas no geral desconhecem é que existe a versão feminina Jeanekeen Piss, escondida numa pequena rua sem saída e sem turistas da cidade. Nada como uma pesquisa na internet antes da viagem para descobrir esses segredos.


Em Bruxelas há diversos brasileiros. Encontrei até lojas especializadas em produtos brasileiros de primeira necessidade como arroz e feijão.

Foi lá também que vi as sandálias Havaianas, que não soltam as tiras nem deixam cheiro, expostas em destaque ao valor de míseros 30 Euros.